Monte Branco (Mont Blanc)
Local: França, Itália
O Monte Branco é a montanha mais alta dos Alpes e da Europa Ocidental, com uma altitude de 4810 metros. Para contemplar este pico foi necessário uma subida de mais de 2800 metros através de teleféricos desde a povoação francesa de Chamonix até ao pico da montanha Aiguille du Midi (3,842 m), tendo assim uma perspectiva sobre todo o maciço do Monte Branco e dos seus pormenores.
A primeira fotografia apresenta-nos o Monte Branco, sendo as restantes pormenores do cenário glaciar envolvente.
Local: França, Itália
O Monte Branco é a montanha mais alta dos Alpes e da Europa Ocidental, com uma altitude de 4810 metros. Para contemplar este pico foi necessário uma subida de mais de 2800 metros através de teleféricos desde a povoação francesa de Chamonix até ao pico da montanha Aiguille du Midi (3,842 m), tendo assim uma perspectiva sobre todo o maciço do Monte Branco e dos seus pormenores.
A primeira fotografia apresenta-nos o Monte Branco, sendo as restantes pormenores do cenário glaciar envolvente.
No início desta Primavera viajei até ao coração da Europa para conhecer e fotografar os Alpes por entre França, Suíça, Liechtenstein, Áustria e Itália. A altura do ano sugeria alguma ambiguidade nas estações, esperando alguns sinais de Primavera nos pontos mais baixos e ambientes mais Invernais nos pontos altos. Nas regiões mais altas (acima dos 2000m) a mobilidades não foi tanta quanto a desejável com muitas estradas com acesso condicionado a não permitir que pudesse chegar a todos os pontos que pretendia, mas felizmente a meteorologia cooperou permitindo alguns momentos mais propícios para a fotografia.
Esta fotografia apresenta-nos o vale de Chamonix, França, em pleno maciço de Mont Blanc, um símbolo emblemático do Alpes.
Os próximos posts mostrarão um pouco dos ambientes alpinos.
Esta fotografia apresenta-nos o vale de Chamonix, França, em pleno maciço de Mont Blanc, um símbolo emblemático do Alpes.
Os próximos posts mostrarão um pouco dos ambientes alpinos.
O regresso ao rio Toco no interior da serra do Gerês, mas desta vez acompanhado pelos amigos Nuno Valverde e Rúben Neves (na segunda foto um pouco ao estilo de "onde está wally").
Este rio é para mim um dos mais fascinantes da serra do Gerês, muito graças ao facto de estar longe dos pontos turísticos e deste modo permanecer com muito poucos sinais de intervenção humana.
Este rio é para mim um dos mais fascinantes da serra do Gerês, muito graças ao facto de estar longe dos pontos turísticos e deste modo permanecer com muito poucos sinais de intervenção humana.
Durante este Inverno fiz uma viagem pelo centro do nosso país e aproveitei para regressar a um local que muito aprecio, a cascata de penedo furado em Milreu, Vila de Rei. Mas com a falta de chuva o rio não tinha um caudal que justificasse fotografar e acabei por desviar a minha atenção para alguns pequenos cogumelos na zona em redor.
Depois de demasiado tempo sem actualizar o blog volto com uma fotografia representativa deste Inverno na Serra do Gerês. Voltei no passado mês de Fevereiro ao Gerês e era impressionante ver todos os dias o resultado da queda da temperatura durante a noite e que manifestava num fino manto branco de geada junto às margens do rio Homem. Durante a minha estadia cheguei a registar diferenciais de 20 graus de temperatura ao longo do dia, o que justificava uso de luvas e gorro de manhã, e à tarde t-shirt.
Os pontos mais altos da Serra do Gerês tornam-se durante as noites de Verão óptimos locais de observação do céu. Três horas depois do pôr-do-sol ainda existia uma ténue luz residual que, embora pouco visível permitia algumas longas exposições interessantes.
No final do mês de Agosto, arranquei rumo ao Gerês desta vez com a companhia do amigo e companheiro de fotografia Rúben Neves e já com o amigo de longa data e também companheiro de fotografia Nuno Valverde, à nossa espera em Vieira do Minho.
Eu e Nuno Valverde, em virtude das nossas raízes na região, já conhecíamos com alguma profundidade os pontos de maior interesse fotográfico, pelo que desta vez optámos por arriscar um pouco mais nos trajectos pelo nível de dificuldade dos mesmos (o Rúben que o diga...).
No primeiro dia, depois de uma manhã nas margens do rio Homem (ver entrada anterior no blog) seguimos até ao interior da serra do Gerês, mais concretamente na freguesia da Ermida e exploramos as cascatas que se formam ao longo do rio Arado devido ao relevo acentuado.
Na segunda imagem podemos ter uma melhor percepção da dimensão da cascata por comparação com Nuno Valverde.
Eu e Nuno Valverde, em virtude das nossas raízes na região, já conhecíamos com alguma profundidade os pontos de maior interesse fotográfico, pelo que desta vez optámos por arriscar um pouco mais nos trajectos pelo nível de dificuldade dos mesmos (o Rúben que o diga...).
No primeiro dia, depois de uma manhã nas margens do rio Homem (ver entrada anterior no blog) seguimos até ao interior da serra do Gerês, mais concretamente na freguesia da Ermida e exploramos as cascatas que se formam ao longo do rio Arado devido ao relevo acentuado.
Na segunda imagem podemos ter uma melhor percepção da dimensão da cascata por comparação com Nuno Valverde.
O rio Acquacheta é conhecido por ter sido citado por Dante na sua obra "A Divina Comédia", localiza-se na região de Emília-Romanha perto de San Benedetto in Alpe.
Depois de 4,5 km através de um trilho através da floresta chegamos ao ponto mais distinto deste rio que é a sua cascata mais alta (segunda fotografia) infelizmente esta estava praticamente seca por ser Verão, no entanto entanto continua a ser um ponto a visitar em quaisquer circunstancias.
rel="lightbox" title="Rio Acquacheta, Toscânia"
Depois de 4,5 km através de um trilho através da floresta chegamos ao ponto mais distinto deste rio que é a sua cascata mais alta (segunda fotografia) infelizmente esta estava praticamente seca por ser Verão, no entanto entanto continua a ser um ponto a visitar em quaisquer circunstancias.
rel="lightbox" title="Rio Acquacheta, Toscânia"






















