O rio Homem tem sido um temas mais recorrentes do meu trabalho fotográfico, no meu entender o rio mais icónico do Parque Nacional da Peneda-Gerês. Atualmente tenho procurado retratar os ambientes invernais mais característicos do vale do rio Homem, tendo esta fotografia sido captada às primeira horas do amanhecer, quando o nevoeiro da madrugada começa a levantar à medida que a temperatura ambiente sobe.
Na sequência da anterior fotografia da Mata Albergaria, apresento uma nova fotografia. Desta vez de um dos vários ribeiros que percorrem a mata em direção ao rio Homem, onde desaguam. No inverno, o aumento da humidade e menor exposição solar tornam os musgos que cobrem as rochas e ramos mais espessos e intensos, criando assim ambientes particularmente distintos das restantes florestas e bosques do País.
Ver também Mata da Albergaria, Serra do Gerês - Parte I
Ver também Mata da Albergaria, Serra do Gerês - Parte I
O início deste ano foi marcado por fortes chuvas, e até queda de neve, no Parque Nacional da Peneda-Gerês. A consequência direta foi o aumento do caudal dos rios e a presença constante de nevoeiro, o que possibilitou a oportunidade de captar ambientes representativos do inverno na serra do Gerês.
Ver também Cascata do Arado, Serra do Gerês
Cegonha-branca (Ciconia ciconia)
Local: Cabo Sardão
A costa vicentina é o único local da europa onde podemos encontrar cegonhas nidificando nas encostas rochosas junto ao mar. O Cabo Sardão é um desses locais icónicos.
No interior da Serra do Gerês podemos encontrar a Mata da Albergaria,
que acaba por se tornar o ícone do Parque Nacional da Peneda-Gerês,
muito por causa da sua diversa variedade de fauna e flora e pelo facto
de nos permitir uma viagem no tempo e conhecer um bosque endémico
português. Em consequência disso é classificado como uma das Reservadas
Biogenéticas do Continente Europeu.
Trata-se, de facto, de um ambiente com uma enorme riqueza visual, e que nos permite captar cores e texturas únicas na paisagem portuguesa.
Trata-se, de facto, de um ambiente com uma enorme riqueza visual, e que nos permite captar cores e texturas únicas na paisagem portuguesa.
Este foi um verão atípico, no final de agosto e durante todo o mês de setembro tivemos um clima mais propício ao outono do que propriamente ao verão. Com tanta húmidade no ar criam-se condições para efeitos atmosféricos inesperados como o arco-íris.
Neste dia estava a regressar depois de um dia a fotografar e já depois de ter arrumado o equipamento fui brindado com este enorme arco-íris. Já a poucos minutos do por do sol, apenas houve tempo para voltar a ir buscar o equipamento e rapidamente escolher o local mais próximo que permitisse enquadrar o céu com o ambiente da serra, em primeiro plano ainda a serra Amarela, e ao fundo os primeiros picos da serra do Gerês. Quem me conhece sabe que normalmente prefiro à fotografia pensada e preparada com antecipação ao invés da espontânea, mas a natureza não espera...
Depois de uma ausência prolongada de atualizações do Blog, eis o regresso com uma fotografia noturna do céu da serra Amarela, com especial destaque para a presença da Via Láctea.
Local: Rio Homem, Serra Amarela
Sempre que me é possível regresso ao parque Nacional da Serra da Peneda-Gerês, e desde a infância que o vale do rio Homem tem sido o local onde tenho passado mais tempo. Desta vez tive a oportunidade de estar uma semana numa época do ano em que raramente me é possível deslocar a esta região, o Outono.
Em termos de clima, esta época do ano pode ser muito instável, nunca sabendo ao certo o que o dia seguinte me esperava. Assim sendo a ordem era para sair bastante cedo e procurar por diferentes condições climáticas, no caso desta fotografia uma neblina ao nascer do dia que ainda teimava em não abandonar o rio Homem. Aqui, as madrugadas, são caracterizadas por temperaturas em torno do zero graus, criando condições óptimas para que surjam estas neblinas matinais.













