O rio Homem tem sido um temas mais recorrentes do meu trabalho fotográfico, no meu entender o rio mais icónico do Parque Nacional da Peneda-Gerês. Atualmente tenho procurado retratar os ambientes invernais mais característicos do vale do rio Homem, tendo esta fotografia sido captada às primeira horas do amanhecer, quando o nevoeiro da madrugada começa a levantar à medida que a temperatura ambiente sobe.
Na sequência da anterior fotografia da Mata Albergaria, apresento uma nova fotografia. Desta vez de um dos vários ribeiros que percorrem a mata em direção ao rio Homem, onde desaguam. No inverno, o aumento da humidade e menor exposição solar tornam os musgos que cobrem as rochas e ramos mais espessos e intensos, criando assim ambientes particularmente distintos das restantes florestas e bosques do País.
Ver também Mata da Albergaria, Serra do Gerês - Parte I
Ver também Mata da Albergaria, Serra do Gerês - Parte I
O início deste ano foi marcado por fortes chuvas, e até queda de neve, no Parque Nacional da Peneda-Gerês. A consequência direta foi o aumento do caudal dos rios e a presença constante de nevoeiro, o que possibilitou a oportunidade de captar ambientes representativos do inverno na serra do Gerês.
Ver também Cascata do Arado, Serra do Gerês
Common midwife toad, (Alytes obstetricans)
Local:Serra Amarela (Parque Nacional da Peneda-Gerês)
As margens do rio Homem são sempre ricas em momentos fotográficos, seja em que estação for, da Primavera ao Inverno. Poderia pensar-se que durante as chuvas existiriam menos momentos, mas numa simples caminhada descobrimos o contrário. Os anfíbios como o Sapo-Parteiro aproveitam os ambientes húmidos para caçar e reproduzir, enquanto os cogumelos começam a romper por entre as folhas caídas do outono criando a oportunidade de presente fotografia.
Local:Serra Amarela (Parque Nacional da Peneda-Gerês)
As margens do rio Homem são sempre ricas em momentos fotográficos, seja em que estação for, da Primavera ao Inverno. Poderia pensar-se que durante as chuvas existiriam menos momentos, mas numa simples caminhada descobrimos o contrário. Os anfíbios como o Sapo-Parteiro aproveitam os ambientes húmidos para caçar e reproduzir, enquanto os cogumelos começam a romper por entre as folhas caídas do outono criando a oportunidade de presente fotografia.
Local: Rio Homem, Serra Amarela
Sempre que me é possível regresso ao parque Nacional da Serra da Peneda-Gerês, e desde a infância que o vale do rio Homem tem sido o local onde tenho passado mais tempo. Desta vez tive a oportunidade de estar uma semana numa época do ano em que raramente me é possível deslocar a esta região, o Outono.
Em termos de clima, esta época do ano pode ser muito instável, nunca sabendo ao certo o que o dia seguinte me esperava. Assim sendo a ordem era para sair bastante cedo e procurar por diferentes condições climáticas, no caso desta fotografia uma neblina ao nascer do dia que ainda teimava em não abandonar o rio Homem. Aqui, as madrugadas, são caracterizadas por temperaturas em torno do zero graus, criando condições óptimas para que surjam estas neblinas matinais.






